sábado, 24 de dezembro de 2011

Inflação, apagão, colegiado do curso de letras sem coordenação

PRODUÇÃO DE TEXTOS POPULARES

Nesta composição popular
O assunto é do colegiado de letras
Pretendo não só matutar
Numa conversa estreita
Que ta rolando inflação
Podendo causar um apagão
O cargo da coordenação ninguém quer
Pois exige tanta formalidade
Junto com assiduidade
Todo mundo dá no pé.

Não se trata aqui
De infração monetária
Pro cargo ninguém quer ir
Todos preferem ficar na plenária
Onde a situação parece estável
E não muito detestável
Nas reuniões de colegiado
Onde se apresenta um plano
Que pra ninguém cause dano
O coordenador prestigiado.

Um apagão pode ser provocado
Na coordenação do curso de letras
Se o cargo não for ocupado
Por um profissional de veneta
Com a visão na vida
De ser coordenador da lida
Um professor dedicado
Em cumprir a sua missão
Possuidor da razão
E que por todos é respeitado.

O que se quer na verdade
Não é ofender ninguém
E manter a celebridade
Que o curso de letras tem
Conservar o conceito A
Neste campus outro igual não há
A fazer o que os letrandos fez
São anos consecutivos
E nem mesmo os executivos
Conseguiram mais de uma vez.

Ninguém entende o motivo
De faltar coordenação
Num curso de grande prestigio
Porque a ausência de valorização
Precisa de reconhecimento
Também de melhoramento
Pra inflação terminar em hora
A coordenação dos professores
Tem que assumir posto de diretores
Pra findar o apagão agora.

Por: Jaqueline dos Santos Ribeiro Amorim

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

O BLOG

Chegará a nossa vez como veteranos

Galera é tempo de festejar, no último dia 15 do mês de dezembro, o curso de letras foi reconhecido pelo Conselho Estadual de Educação. E já deu para sentir o objetivo do blog não é? Mesmo assim vou relembrar. O nosso blog tem a missão de informar aos leitores sobre o que acontece internamente e externamente na UNEB e divulgar nossos textos. Vamos partir então para os bastidores, para que vocês, os blogueiros, saibam que por traz deste blog há muitas pessoas trabalhando.
Juliete e Neláne tiram as fotos similares; Leia, Riziele e Carine definem o que cada pessoa vai fazer; Cristielle e Viviane são as redatoras. As editoras, Flaviane (eu), Aline e Marcilene, selecionam os textos que serão publicados e as revisoras Cleide e Claudeci, corrigem os textos. E cadê as repórteres de plantão? Ha! Ha! Há! Geisa, Jessica, Adilza, Josinete e Luciene? As cronistas, Sandra, Josmere e Amanda, colaboram com seus textos para dar um ar de riso no nosso blog.
Seja bem vinda contista Jaqueline à nossa turma, a qual você já faz parte e fique a vontade para nos passar os seus contos. Temos ainda um menino na nossa sala, Matheus, que juntamente com Sandra (de novo) responsáveis pela diagramação visual. Só voltando para o menino da sala, mulherada, se tem um homem entre várias mulheres quem é que manda? He! He! Não preciso responder que quem manda é a maioria, não é? E faltou Letícia, a qual nos emociona com suas mensagens reflexivas.
Vale ressaltar que essas funções não são limitadas, pois todos trabalham em conjunto, a cronista pode virar editora, as repórteres viram contistas, as editoras selecionam e escrevem textos e assim por diante, tudo vira uma bagunça e no final tudo dar certo. Poderia até dizer que “tudo termina em pizza”.
Parabéns para todos nós!!!
Agradeço em nome da sala à professora Claúdia Albuquerque de Lima, do componente Tipologia Textual, que nos orientou na criação do blog e orienta as publicações para que tudo esteja no seu devido lugar, e no mesmo barco, agradeço à monitora de ensino, Joelma Sena Gomes, que acompanha nossas atividades.
A todos um forte abraço!!!!!

Por: Flaviane Gonçalves

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Amigos e Amigos


Imagem disponível em:
irmandadeliteraria.blogspot.com
No decorrer da vida nós encontramos os mais variados tipos de amigos, aqueles a quem jamais poderíamos deixar de lembrar, aqueles que conhecemos de toda vida e aqueles que mesmo tendo passado por um curto espaço de tempo deixaram suas marcas, a verdade é que independente do tempo que eles permanecem em nossas vidas, cada um deles tem seu valor, acrescentou algo a mais em nós e que de alguma forma fez a diferença; esses amigos têm as mais variadas características: existem aqueles que lembramos pela simpatia a qual sempre cativou há aqueles que lembramos por serem tímidos ou calados e até aqueles que às vezes nos magoou, mas a amizade é tão importante que jamais deixou de ser amigo.
Em 2010 eu conheci um amigo, Alex, professor de educação física, 27 anos, brincalhão, uma figura; sem contar no excelente profissional que ele era, o que mais me impressionava nele era a felicidade contínua que ele vivia. Trabalhávamos juntos as terças e quartas feiras, em um projeto com crianças carentes e as 7 da manhã ele já chegava cantando, desejando bom dia pra todo mundo com aquela empolgação de sempre. Alex e eu trabalhamos juntos por sete meses e eu nunca vi um dia sequer, tristeza no olhar dele, pelo contrário, as piadas eram á todo momento sempre  para descontrair o ambiente, amava a vida e curtia ela da melhor forma possível.
No dia 15 de setembro de 2010, depois de um longo dia de trabalho ele se despediu de mim, me desejou um ótimo final de semana, olhou pra trás e me disse: Até semana que vem; mas naquele mesmo dia uma hora depois de ter se despedido de mim, eu recebi um telefonema me avisando que ele estava morto, eu mal podia acreditar naquilo, ele sofreu um assalto no carro que estava e foi a vítima fatal com um tiro na nuca. Aquele dia eu chorei muito, e parei para refletir no valor que cada amigo tem em nossas vidas, valor esse que às vezes nem eles sabem que tem para nós.
Isso me fez ver que com erros e acertos, com diferenças e afinidades temos que valorizar nossos amigos, fazer com que eles saibam que são amados, que têm um espaço especial em nossas vidas. Conviver com outras pessoas, eu sei que não é fácil, aceitar alguém que não seja exatamente como queremos também não é; mas é ai que se aprende a amar um amigo: pelo que ele é e não pelo que queríamos que ele fosse.
Um dia desses, eu li uma frase que dizia assim: “quem ama não vê defeitos, quem odeia não vê qualidades” e é por isso que existe o amigo, para nos dar o apoio quando for preciso e nos mostrar a realidade quando for necessário!                                                                           

                                                                                         Por: Letícia Lima

Coisas da Vida

Cristielle Santos de Sousa

     Dificilmente acreditamos que sem planejamento a nossa rotina pode se alterar e, quando menos se espera,o imprevisível pode acontecer.
     Bom, e assim mesmo aconteceu... Estou eu sentada em um daqueles bancos coloridos da UNEB, no final de uma sexta-feira estressante, quando de repente senti algo me tocar e em resposta ao estimulo imediatamente levei sobre a dor a outra mão e percebi que havia matado uma vespa quer dizer só ficou tonta, pois só morreu depois que bati pela segunda vez.
      Logo me pergunto: o que eu estava fazendo lá? Escolhi o momento e o lugar errado para me acomodar, ou melhor, me incomodar. O mais intrigante é depois de ser picada por uma vespa, vem outra e praticamente no mesmo lugar dá outra ferroada “parece até que tinha um sangue doce”, como se diz metaforicamente. Não só o meu, pois, na mesma semana tive a informação que elas já tinham dado conta de mais três pessoas.
     Chega até ser cômico, sabe-se lá se não foi por vingança? Mas se morreu foi em legítima defesa, pois a verdadeira vítima acredite se quiser, é quem traz a marca até hoje. A sorte é que não vai precisar responder a nenhum processo. Já imaginou, uma manchete de jornal em que estivesse escrito: “PESSOA RESPONDE PROCESSO ACUSADA DE MATAR VESPA”? O mundo estaria verdadeiramente de cabeça para baixo, mas vai ficar mesmo, pois, se não for tomada nenhuma atitude, muitas pessoas desavisadas que passarem pelo Campus V da UNEB terá que responder a esse mesmo processo.
     Agora, imagine só, todos os dias passamos no mesmo lugar, sentamos no mesmo banco na mais conhecida “área marrom” sabendo que existem por lá esses “benditos” animaizinhos, “incapazes” de nos fazer mal algum... Mas cuidado! Conselho de quem não gostou de ter passado por essa experiência: as aparências podem enganar, até porque elas devem estar calculando o momento mais propício para escolher a próxima vitima e adivinha? Pode ser você! Mas não se preocupe, essas são algumas advertências de alguém que já teve essa experiência, o que irá sentir é apenas uma alfinetada tipo agulhada de injeção, além de uma reação alérgica e se não morrer, não se preocupe, fica uma marquinha que ela deixa de lembrança.
     Parece brincadeira, mas não é. Até quando nós, unebianos, ficaremos sentados debaixo daquelas amendoeiras e mangueiras preocupados com o que vai cair de cima? Até quando... Mesmo porque as vespas (se sempre não esteve), até que me provem o contrário, permanecerão lá prontas para o ataque. Incidentes ou acidentes acontecem,  depois não venha dizer que tudo isso faz parte do que dizemos ser COISAS DA VIDA, uma, duas vespas pode até ser que sim, mas, quando for uma casa inteira, tenha a certeza que não...

Os quatro pilares da educação

DELORS, J. Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo, Cortez, 1998.

Resumo

    A educação deve transmitir de forma compacta e eficaz os saberes e o saber fazer evolutivos, adaptados à civilização cognitivista, que refere-se à aquisição do conhecimento, pois são as bases futuras, mas não basta que cada pessoa acumule conhecimentos ao longo de sua vida. É preciso se aprofundar e enriquecer-se nestes conhecimentos, adaptando-se assim, ao mundo que está constantemente em transformação.
   Cabe à educação oferecer as relações da complexidade do mundo, a bússola que permita navegar através dele, nos fazendo descobrir seus caminhos. A escola não é somente um lugar de reprodução das relações de trabalho alienadas. É também lugar de possibilidade de construir relações de autonomia, de criação e recriação do próprio trabalho, de reconhecimento, de reconhecimento de si, que possibilita redefinir sua relação com a sociedade.
   A educação se desenvolve em quatro aspectos fundamentais, que ao longo da vida serão os pilares do conhecimento, que são: aprender a conhecer; aprender a fazer; aprender a viver com os outros e aprender a ser.
   O primeiro trata de despertar no aluno a sede pelo aprender cada vez melhor; o aprender a fazer não pode estar separado de aprender a conhecer, pois este lhe confere asa bases da teoria, consistindo em usar a prática o conhecimento que foi obtido; o aprender a viver com os outros se relaciona com a descoberta do outro seguida da descoberta de si mesmo e o aprender a ser está ligado à capacidade de autonomia e está intimamente ligado aos outros três anteriormente citados, pois se focaliza no desenvolvimento do indivíduo.
   A educação sozinha não transforma a sociedade. É preciso que se haja em conjunto, priorizando-se a organização de projetos psicopedagógicos, em busca de uma educação mais eficiente. Assim, a produção de conhecimento se dará de maneira mais eficiente quando feita em conjunto, rendendo bons frutos.

Palavras-chave: Educação; envolvimento; trabalho em conjunto.

Por: Marcilene dos Santos Anjos

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Mensagem do Dia

Por que não devemos deixar de sonhar?


Imagem disponível em: juventudesanta.com
Na maioria das vezes quando estamos tristes ou cansados demais do nosso dia a dia muitas vezes fatigante e rotineiro deixamos de colocar em prática nossos sonhos, ou melhor, deixamos até mesmo de sonhar, é como se fosse algo quase que inalcançável. Tudo isso nos paralisa diante de metas antes tão almejadas, desejadas com afincos e de repente simplesmente desistimos delas sem ao menos tentar, sem sequer mover um dedo para que isso aconteça e é ai que entra a pergunta: porque não devemos deixar de sonhar? Porque o sonho é que alimenta a vida e é a partir dele que alcançaremos nossos objetivos, do mais simples aos mais ousados.
Eu sou estudante de Letras Vernáculas da Universidade do Estado da Bahia UNEB, e durante uma das minhas aulas algo que a minha professora Paulina nos disse me chamou atenção, ela falou para nós que, “sonhar é o primeiro passo para se concretizar uma realidade, que planejar é o segredo do sucesso”, e aquilo me fez refletir sobre muitas coisas da minha vida, de muitos sonhos que eu julguei impossível, sem ao menos tentar; a impressão que me dá é que parece que eu estava com vendas nos olhos todo esse tempo, ou, que simplesmente eu tinha deixado de sonhar, de acreditar nos sonhos; depois daquela aula, depois de ouvir aquela professora falar da docência com tanto amor de ver como ela dedicou uma vida a profissão que ela escolheu e que fez e faz suas aulas valerem a pena todos os dias, eu mais uma vez me apaixonei pelo meu curso de Letras Vernáculas, naquele momento eu pensei comigo mesma: é realmente isso que eu quero pra mim, independente dos pontos que muitos julgam negativos, independente das criticas a profissão, aos baixos salários de um professor e até mesmo as injustiças cometidas sobre os mesmos. Independente de tudo isso eu resgatei um sonho que é crer que ainda existem pessoas que são enviadas para nos mostrar que a diferença em nossa vida somos nós que fazemos e que somos capazes de chegar onde quisermos, basta sonhar.


Por: Letícia Lima 

Trailer Oficial do Filme Lixo Extraordinário